O edifício destina-se
ao acolhimento de sacerdotes idosos e alicerça-se a
partir de um conceito forte, planta em “T”, ao
qual se adiciona um bloco secundário baixo, que envolve
a primeira forma, formando um pátio interior de um
lado e abrindo o edifício para o jardim do outro. A
sequência de espaços articula-se a partir de
um ponto central, na intersecção dos braços
do “T”, onde está o “foyer.”
Daqui, temos a Sul e Poente um corpo de quartos e a Nascente
a capela.
Possui duas faces distintas: a Norte uma fachada branca, uniforme, em tijolo de vidro, de luz; a Sul uma fachada negra, variável, em lona e chapa pretas, que permite o controlo solar, com varandas e limites recortados. No interior, uma luz uniforme e constante em todos os espaços de circulação, e uma luz forte e de contrastes em todos os espaços privados e públicos de dormir e estar.
Em termos urbanos, a Casa Sacerdotal de São Martinho de Dume,
o edifício do Seminário a Nascente, a residência
episcopal a Poente e a construção futura a edificar
a Norte, criam um vazio interno simbólico onde se congregam
os diversos momentos da vida sacerdotal: aprendizagem, a prática
sacerdotal e o descanso e recolhimento do fim da vida. |
| Projecto |
Casa Sacerdotal de São
Martinho de Dume |
| Localização |
Rua de São Domingos, Braga |
| Datas |
2001/2002-2002/2005 |
| Arquitectura |
André de Moura Leitão Cerejeira Fontes, António Jorge de Moura Leitão Cerejeira Fontes |
| Colaboração |
António Leitão Dias, Nuno Miguel Lima da Cruz, José Pedro da Silva Moreira Pereira Fernandes, Sónia Cristina Oliveira da Rocha Gonçalves, Nuno Alexandre da Costa Rebelo, Bruno Miguel da Silva Marques, Tiago de Moura Leitão Cerejeira Fontes |
| Clientes |
I.D.A.C. (Instituto Diocesano de Apoio ao Clero) |
| Fotografia |
Sérgio Antão |
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