A parcela destinada à residência de estudantes situa-se no meio
da encosta, na zona de transição para o vale do Mondego.
O edifício define-se como uma massa compacta, limitada por uma parede em “U”. Este limite, fechado e enterrado a Norte, Nascente
e Poente, abre para Sul os quartos, que se prolongam
em galerias exteriores. Nesta massa escavam-se pátios, diferenciados na escala, iluminando os espaços de apoio, de gestão e de manutenção.
Um pátio central liga-se ao olival pela suspensão do edifício,
definindo um plano horizontal contra a superfície empenada
e côncava do terreno.
O edifício, de cinco pisos, é composto por duas zonas de carácter funcional distinto, separadas longitudinalmente por um corredor; quartos e espaços de utilização comum.
O quarto tipo divide-se: longitudinalmente é separado por uma circulação central; transversalmente cria dois espaços com funções diferentes – dormir e trabalhar (cama e secretária) e apoio (casa
de banho e roupeiro). |