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Centro de Artes da Calheta
Paulo David |
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Lugar
O edifício do Centro das Artes da Calheta pontua a paisagem colocando-se na linha de festo de um monte que acaba abruptamente sobre o mar.
Conceito
O motor da construção da ideia tem como ambição o de redesenhar a “massa montanhosa”, onde o edifício actua como uma topografia. Este afloramento aparece como um grande conjunto de peças esculpidas onde a geometria de carácter abstracto destaca a intervenção desenhando um corpo especificamente para o lugar, sendo simultaneamente “natureza“ e artifício.
Corpo
O corpo desenvolve-se ao longo de um eixo longitudinal, orientado sensivelmente na direcção Norte/Sul resultante das condições topográficas indo ao limite de onde é possível construir. O corpo escavado e esculpido, propõe uma experiência subterrânea.
Materialidade
Construir o centro em basalto como aproximação à natureza nesta paisagem vulcânica. Intensificando os valores da paisagem e do território. |
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| Projecto |
Centro de Artes – Casa das Mudas |
| Localização |
Vale dos Amores, Calheta, Madeira |
| Datas |
2001-2004 |
| Arquitectura |
Paulo David |
| Colaboração |
Equipa de Projecto: Rodolfo Reis, Filipa Tomaz, Silvia Arriegas, Luis Spranger, Luz Ramalho, Susanne Selders, Dirk Mayer, Ines Rocha, Patricia Faria Atelier associado para o projecto do Auditório: Telmo Cruz, Maximina Almeida, Pedro Soares Colaboração: Hugo Alves, Bárbara Silva, Luis Monteiro, Alexandre Batista |
| Clientes |
Sociedade de Desenvolvimento da Ponta do Oeste, S.A., Vice-Presidência, Governo Regional da Madeira |
| Fotografia |
Fernando Guerra | FG+SG |
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