Centro Cívico do Estreito da Calheta
Freddy Ferreira César e Carla Baptista (Risco A4)
com Rodrigo Cascais

O Centro Cívico confina-se a Poente pelo cemitério e o arruamento que acompanha a linha de festo, a Nascente por uma linha de água, a Norte um arruamento e a Sul algumas casas e uma fantástica vista das montanhas e o mar.
Uma das características desta pequena freguesia é a de se encontrar num lugar com um declive acentuado.

A ideia foi “encaixar” um volume no terreno, contra as curvas de nível e direccionado para a paisagem de forma a evitar socalcos.

O acesso ao edifício faz-se mergulhando pelas rampas, um volume curvilíneo, destacado do volume principal, guiada pela linha de água, buscando a melhor paisagem do terreno.
Uma fina lâmina de água confunde-se com o horizonte, desmaterializando a cobertura do edifício. Nesta flutua um pequeno café: uma caixa de vidro que contrasta com a opacidade do muro do cemitério.

No piso 1 encontramos três gabinetes, uma sala de multimédia e o átrio, de onde podemos observar parte da sala polivalente do piso 0. No piso 0, além dos sanitários e das zonas técnicas, encontra-se a sala polivalente que podemos dividir em duas através de painéis de correr.

 Projecto Centro Cívico do Estreito da Calheta
 Localização Estreito da Calheta, Madeira
 Datas 2003-2005
 Arquitectura RISCOA4: Carla Baptista, Freddy Ferreira César e Rodrigo Cascais
 Colaboração Alexandre Sousa
 Clientes Sociedade de Desenvolvimento da Ponta Oeste S.A., Vice-Presidência do Governo Regional da Madeira
 Fotografia Fernando Guerra | FG + SG